sexta-feira, 12 de agosto de 2011

REGRAS ABNT


Regras Gerais
 
    1- Quando o(s) autor(es) citado(s) estiver no corpo do texto a grafia deve ser em minúsculo, e quando estiver entre parênteses deve ser em maiúsculo.

    2- Devem ser especificadas, o ano de publicação, volume, tomo ou seção, se houver e a(s) página(s).

    3- A citação de até 03 linhas acompanha o corpo do texto e se destaca com dupla aspas. Exemplos:
Barbour (1971, v.21, p. 35) descreve "o estudo da morfologia dos terrenos"
"Não se mova, faça de conta que está morta" (CLARAC; BONNIN, 1985, p. 72)

    4- Para as citações com mais 03 linhas, deve-se fazer um recuo de 4,0 cm na margem esquerda, diminuindo a fonte e sem as aspas. Exemplo:
                        Devemos ser claros quanto ao fato de que toda conduta eticamente apropriada pode ser guiada por uma de                         duas máximas fundamentalmente e irreconciliavelmente diferentes: a conduta pode ser orientada para uma                         "ética das últimas finalidades", ou para uma "ética da responsabilidade". Isso não é dizer que uma ética das                         últimas finalidades seja idêntica à irresponsabilidade, ou que a ética de responsabilidade seja idêntica ao                         oportunismo sem princípios (WEBER, 1982, p.144).

    5- Para citações do mesmo autor com publicações em datas diferentes, e na mesma seqüência, deve-se separar as datas por vírgula. Exemplo:
(CRUZ, 1998, 1999, 2000)

    6- Nas citações que aparecerem na seqüência do texto podem ser referenciadas de maneira abreviada, em notas:
        - apud - citado por, conforme, segundo;
        - idem ou id - mesmo autor;
        - ibidem ou ibid - na mesma obra;
        - opus citatum, opere citato ou op. cit. - obra citada;
        - passim - aqui e ali (quando foram retirados de intervalos);
        - loco citato ou loc. Cit. - no lugar citado;
        - cf. - confira, confronte;
        - sequentia ou et seq. - seguinte ou que se segue.
Somente a expressão apud pode ser usada no decorrer do texto.

    7- Para a monografia, o autor deverá escolher qual o tipo de chamada usará:
        - Autor-data: quando a chamada para a citação é feita pelo sobrenome do autor e a data de publicação, ou
        - Numérico: quando a chamada é feita pelo número correspondente na lista de referências bibliográficas, previamente alfabetada.
 
 

Informática.

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  • Informática: é o termo usado para se descrever o conjunto das ciências da informação, estando incluídas neste grupo: a ciência da computação, a teoria da informação, o processo de cálculo, a análise numérica e os métodos teóricos da representação dos conhecimentos e de modelagem dos problemas.O termo informática, sendo dicionarizado com o mesmo significado amplo nos dois lados do Atlântico , assume em Portugal o sentido sinônimo de ciência da computação enquanto que no Brasil é habitualmente usado para referir especificamente o processo de tratamento da informação por meio de máquinas eletrônicas definidas como computadores.O estudo da informação começou na matemática quando nomes como Alan Turing, Kurt Gödel e Alonzo Church, começaram a estudar que tipos de problemas poderiam ser resolvidos, ou computados, por elementos humanos que seguissem uma série de instruções simples de forma, independente do tempo requerido para isso. A motivação por trás destas pesquisas era o avanço durante a revolução industrial e da promessa que máquinas poderiam futuramente conseguir resolver os mesmos problemas de forma mais rápida e mais eficaz. Do mesmo jeito que as indústrias manuseiam matéria-prima para transformá-la em um produto final, os algoritmos foram desenhados para que um dia uma máquina pudesse tratar informações.


sexta-feira, 5 de agosto de 2011

As alergias

Alergia é um estado de sensibilidade exagerada que faz o organismo reagir a certas substâncias que causam pouca ou nenhuma irritação em pessoas normais.

Exemplos:


Ácaros
Os ácaros do pó da casa são considerados em todo o mundo, particularmente nos países ocidentais e industrializados, como a principal causa de alergias do aparelho respiratório.
Os ácaros são animais de dimensões microscópicas que vivem no pó existente nas nossas casas.
 
A causa mais comum dos sintomas de alergias é as fezes do ácaro. No entanto, também se encontra presentes nas alcatifas e outros revestimentos têxteis, como os cobertores, almofadas, colchões, tapetes e bonecos de peluche. Os sintomas são o nariz entupido, espirros, olhos lacrimejantes, comichão, tosse ou chiado no peito.

Fungos
Alguns fungos produzem alérgenos que se depositam nos seus esporos, e a libertação dessas depende da humidade, da temperatura e da existência de matéria orgânica à sua volta como em cortinas de banho. As épocas mais favoráveis para a sua proliferação são a Primavera e o Outono entre os mais comuns destacam-se o Cladosporium, a penicillium, o bolor.

Mofo
O mofo pode ser um problema sério para muitos alérgicos os pequenos esporos de fungos estão presentes no ar e podem causar sintomas alérgicos quando inalados por pessoas sensibilizadas. Os esporos dos fungos somente proliferam em locais com condições adequadas de humidade e nutrição.


Todas as alergias são desencadeadas por substâncias chamadas alergenos. A cada ano, nas regiões de clima temperado, milhões de pessoas sofrem de alergia sazonal (que depende de uma época do ano) como congestão, coceira e hipersecreção nasais, assim como prurido (coceira) nos olhos, com lacrimejamento. No entanto, muitos outros sofrem de alergias permanentes, que resultam em sintomas durante todo o ano. As alergias permanentes são desencadeadas por alergenos encontrados dentro de casa, incluindo os ácaros da poeira (e suas fezes), a caspa de animais, baratas e môfo.





sexta-feira, 29 de julho de 2011

Sua Saúde e o ambiente urbano


Um grande problema o Câncer

Câncer
  1. De acordo com os últimos dados, verificou-se que o câncer é a segunda doença que mais mata no Brasil. O câncer é causado por uma multiplicação excessiva de células em determinadas regiões do corpo. Se não tratados a tempo, podem se espalhar pelo corpo (metástase) e acometer vários órgãos, provocando a morte do paciente. Os tipos de câncer mais comuns são : câncer de pele, câncer de mama, câncer de pulmão, câncer de próstata entre outros. Há um fator genético no desenvolvimento do câncer, porém a alimentação e os hábitos de vida também estão relacionados ao desenvolvimento de câncer. Fumantes, por exemplo, possuem uma maior probabilidade de desenvolverem o câncer de pulmão. O diagnóstico rápido e tratamentos com quimioterapia ainda são os recursos disponíveis mais usados no combate ao câncer.


Principais causas
  • Existem vários fatores que favorecem o desenvolvimento do câncer. Podemos citar como principais : predisposição genética (casos na família), hábitos alimentares, estilo de vida e condições ambientais. Todos estes fatores aumentam o risco de uma pessoa desenvolver a doença.

Cãncer nos pulmões, na boca e na laringe são as principais doenças causadas pelo cigarro. Bebida alcoólica em excesso pode provocar, com o tempo, o aparecimento de câncer na boca. Sol em excesso pode afetar as células e cresce o risco do desenvolvimento desta doença na pele. O câncer de mama tem origens nos distúrbios hormonais e é mais comum nas mulheres. A leucemia (câncer no sangue) é desencadeado pela exposição à radiações.
Determinadas infecções podem desencadear o surgimento de tumores no estômago e no fígado. A vida estressante, a alimentação inadequada (rica em gorduras, conservantes e pobre em fibras) também estão relacionados a alguns tipos de câncer.

Tratamento
O melhor tratamento ainda é aquele que visa evitar o surgimento da doença. Para tanto, os especialistas aconselham as pessoas a ter uma vida saudável: alimentação natural e rica em fibras, evitar o fumo e o álcool, ter uma vida tranqüila, fugindo do estresse, usar protetores ou bloqueadores solares e fazer exames de rotina para detectar o início da doença.
Atualmente, a medicina dispõe da radioterapia e de cirurgias para combater a doença. Quando se faz necessário a retirada do tumor, a cirurgia é o procedimento mais adequado. Já a radiação é utilizada para matar as células cancerígenas. Porém, este segundo procedimento tem efeitos colaterais como, por exemplo, queimaduras na pele provocada pela passagem da radiação.
A quimioterapia é um procedimento que visa, através da administração de drogas, impedir a reprodução das células cancerígenas, levando-as à morte. Esse procedimento também tem efeitos colaterais como, por exemplo, a queda de cabelos.
Nos casos de câncer de mama e de próstata é usada a hormonoterapia, pois estes tipos de tumores são sensíveis à ação de determinados hormônios.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Ferias

SANTIAGO

Santiago (Spanish: About this sound Santiago de Chile ), also known as Santiago de Chile, is the capital and largest city of Chile, and the center of its largest conurbation (Greater Santiago). It is located in the country's central valley, at an elevation of 520 m (1,706.04 ft) above mean sea level. Although Santiago is the capital, legislative bodies meet in the coastal town of Valparaíso, a one-hour drive to the west.
Chile's steady economic growth has transformed Santiago into one of Latin America's most modern metropolitan areas, with extensive suburban development, dozens of shopping centers, and impressive high-rise architecture. It is an Alpha(-) World City and has a very modern transport infrastructure, including the steadily growing underground Santiago Metro, an effort at modernizing public bus transport and a free flow toll-based ring road and inner city highway system, part of which is tunneled underneath a large section of the city's main river Mapocho connecting the Eastern and Western extremes of the city in a 25-minute drive. Santiago is the regional headquarters to many multinationals, and a financial center. Santiago has a diverse, cosmopolitan culture.

In Chile there are several entities which bear the name of Santiago that are often confused: The Commune of Santiago (sometimes referred to as Santiago Centro, English: Central Santiago), is an administrative division that comprises roughly the area occupied by the city during its colonial period. The Commune of Santiago, which is administered by a city council and headed by a mayor, is part of the Santiago Province (headed by a Provincial Governor), which is in itself a subdivision of the Santiago Metropolitan Region (headed by an Intendant). Still, throughout this article, and as it is widely accepted, the term Santiago will refer to what is commonly known as Greater Santiago (Spanish: Gran Santiago), a territorial extension defined by its urban continuity that includes the Commune of Santiago in addition to 36 other communes, which together comprise the majority of the Santiago Province and some areas of neighboring provinces (see Political divisions). The Greater Santiago inhabitants are called Santiaguinos/as.


Municipality of Santiago Commune

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Em todos os tempos, a civilização egípcia foi, sem dúvida, uma das culturas orientais mais admiradas e estudadas pelas nações ocidentais. As investigações sobre essa antiga e misteriosa civilização atingiram o auge na Idade Média e no renascimento, mas foi somente no período neoclássico que avançaram decisivamente. Com base na pedra Rosetta, encontrada por um soldado de Napoleão, o cientista francês Jean-François Champollion decodificou em 1799 uma série muito importante de hieróglifos, levando em conta as traduções em grego e em escrita demótica feitas na pedra.
A partir de então constituiu-se a ciência da egiptologia. Sua aplicação imediata serviu para a tradução e interpretação dos textos pintados e gravados em muros e esculturas de templos funerários. Esses textos, por sua vez, revelavam a sua função: repouso de reis e nobres e de seus incalculáveis tesouros, após sua morte. Muito pouco, no entanto, resistiu até os nossos dias. Os magníficos tesouros dos faraós foram, em sua época, alvo de assaltantes e ladrões, que ignoraram seu caráter intocável e sagrado.
As obras conservadas mais significativas pertencem ao chamado império novo. A imponência e beleza dos templos de Luxor e Carnac e o delicado trabalho de ourivesaria também em objetos de uso diário refletem o apogeu de uma cultura que perseguiu, na beleza indescritível das manifestações artísticas, uma sincera oferenda a suas inúmeras divindades, cada qual para uma situação. Essas entidades costumavam ser representadas por esculturas com corpo de homem e cabeça de animal, vestidas com os mesmos trajes usados pelo faraó, um deus na terra.
PINTURA NA ARTE EGÍPCIA
A pintura egípcia teve seu apogeu durante o império novo, uma das etapas históricas mais brilhantes dessa cultura. Entretanto, é preciso esclarecer que, devido à função religiosa dessa arte, os princípios pictóricos evoluíram muito pouco de um período para outro. Contudo, eles se mantiveram sempre dentro do mesmo naturalismo original. Os temas eram normalmente representações da vida cotidiana e de batalhas, quando não de lendas religiosas ou de motivos de natureza escatológica.
As figuras típicas dos murais egípcios, de perfil mas com os braços e o corpo de frente, são produto da utilização da perspectiva da aparência. Os egípcios não representaram as partes do corpo humano com base na sua posição real, mas sim levando em consideração a posição de onde melhor se observasse cada uma das partes: o nariz e o toucado aparecem de perfil, que é a posição em que eles mais se destacam; os olhos, braços e tronco são mostrados de frente. Essa estética manteve-se até meados do império novo, manifestando-se depois a preferência pela representação frontal.
Um capítulo à parte na arte egípcia é representado pela escrita. Um sistema de mais de 600 símbolos gráficos, denominados hieróglifos, desenvolveu-se a partir do ano3300 a.C. e seu estudo e fixação foi tarefa dos escribas. O suporte dos escritos era um papel fabricado com base na planta do papiro. A escrita e a pintura estavam estreitamente vinculadas por sua função religiosa. As pinturas murais dos hipogeus e as pirâmides eram acompanhadas de textos e fórmulas mágicas dirigidas às divindades e aos mortos.
É curioso observar que a evolução da escrita em hieróglifos mais simples, a chamada escrita hierática, determinou na pintura uma evolução semelhante, traduzida em um processo de abstração. Essas obras menos naturalistas, pela sua correspondência estilística com a escrita, foram chamadas, por sua vez, de Pinturas Hieráticas. Do império antigo conservam-se as famosas pinturas Ocas de Meidun e do império novo merecem menção os murais da tumba da rainha Nefertari, no Vale das Rainhas, em Tebas.



ARQUITETURA NA ARTE EGÍPCIA
As pirâmides são sem dúvida o paradigma da arquitetura egípcia. Suas técnicas de construção continuam sendo objeto de estudo para engenheiros e historiadores. A pirâmide foi criada durante a dinastia III, pelo arquiteto Imhotep, e essa magnífica obra lhe valeu a divinização. No início as tumbas egípcias tinham a forma de pequenas caixas; eram feitas de barro, recebendo o nome de mastabas (banco). Foi desse arquiteto a idéia de superpor as mastabas, dando-lhes a forma de pirâmide.
Também se deve a Imhotep a substituição do barro pela pedra, o que sem dúvida era mais apropriado, tendo em vista a conservação do corpo do morto. As primeiras pirâmides foram as do rei Djeser, e elas eram escalonadas. As mais célebres do mundo pertencem com certeza à dinastia IV e se encontram em Gizé: Quéops, Quéfren e Miquerinos, cujas faces são completamente lisas. A regularidade de certas pirâmides deve-se aparentemente à utilização de um número áureo, que muito poucos arquitetos conheciam.
Outro tipo de construção foram os hipogeus, templos escavados nas rochas, dedicados a várias divindades ou a uma em particular. Normalmente eram divididos em duas ou três câmaras: a primeira para os profanos; a segunda para o faraó e os nobres; e a terceira para o sumo sacerdote. A entrada a esses templos era protegida por galerias de estátuas de grande porte e esfinges. Quanto à arquitetura civil e palaciana, as ruínas existentes não permitem recolher muita informação a esse respeito.
ESCULTURA E OURIVESARIA NA ARTE EGÍPCIA
A escultura egípcia foi antes de tudo animista, encontrando sua razão de ser na eternização do homem após a morte. Foi uma estatuária principalmente religiosa. A representação de um faraó ou um nobre era o substituto físico da morte, sua cópia em caso de decomposição do corpo mumificado. Isso talvez pudesse justificar o exacerbado naturalismo alcançado pelos escultores egípcios, principalmente no império antigo. Com o passar do tempo, a exemplo da pintura, a escultura acabou se estilizando.
As estatuetas de barro eram peças concebidas como partes complementares do conjunto de objetos no ritual funerário. Já a estatuária monumental de templos e palácios surgiu a partir da dinastia XVIII, como parte da nova arquitetura imperial, de caráter representativo. Paulatinamente, as formas foram se complicando e passaram do realismo ideal para o amaneiramento completo. Com os reis ptolemaicos, a grande influência da Grécia revelou-se na pureza das formas e no aperfeiçoamento das técnicas.



A princípio, o retrato tridimensional foi privilégio de faraós e sacerdotes. Com o tempo estendeu-se a certos membros da sociedade, como os escribas. Dos retratos reais mais populares merecem menção os dois bustos da rainha Nefertite, que, de acordo com eles, é considerada uma das mulheres mais belas da história universal. Ambos são de autoria de um dos poucos artistas egípcios conhecidos, o escultor Thutmosis, e encontram-se hoje nos museus do Cairo e de Berlim.
Igualmente importantes foram as obras de ourivesaria, cuja maestria e beleza são suficientes para testemunhar a elegância e a ostentação das cortes egípcias. Os materiais mais utilizados eram o ouro, a prata e pedras. As jóias sempre tinham uma função específica (talismãs), a exemplo dos objetos elaborados para os templos e as tumbas. Os ourives também colaboraram na decoração de templos e palácios, revestindo muros com lâminas de ouro e prata lavrados contendo inscrições, dos quais restaram apenas testemunho.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Fatores e Elementos Climáticos

TEMPERATURA ATMOSFÉRICA
 A temperatura atmosférica é o grau de aquecimento do ar da atmosfera.
A partir do registo das temperaturas podemos calcular e Estes cálculos podem ser feitos para um dia (diurnos), para um mês (mensais) ou para um ano (anuais).AMPLITUDES TÉRMICAS ( diferença entre a temperatura máxima e a temperatura mínima registadas). TEMPERATURAS MÉDIAS (soma dos valores de temperatura registados a dividir pelo número de registos)
Como consequência do Movimento de Rotação, a temperatura varia ao longo de um dia: quanto maior é a inclinação dos raios solares mais fraco é o aquecimento.
Como consequência do Movimento de Translação, a temperatura varia em latitude e ao longo do ano. Podemos analisar a distribuição das temperaturas em mapas de ISOTÈRMICAS ( linhas que unem pontos de igual temperatura média reduzida ao nível do mar):
  • registam-se temperaturas médias anuais elevadas e fracas amplitudes térmicas anuais junto ao Equador
  • registam-se temperaturas médias anuais moderadas e maiores amplitudes térmicas anuais nas latitudes médias
  • registam-se temperaturas médias anuais baixas e fortes amplitudes térmicas anuais junto aos Pólos.
O ar seco aquece e arrefece mais depressa que o ar húmido e, por isso, dizemos que a humidade modera a temperatura. Deste modo, os lugares mais próximos do mar têm amplitudes térmicas mais fracas.
Com base na distribuição das temperaturas em latitude divide-se a Terra em zonas climáticas:
  • ZONA QUENTE ou INTERTROPICAL ( localizada entre os trópicos)
  • ZONAS TEMPERADAS DO NORTE E DO SUL ( localizadas entre os trópicos e os círculos polares)
  • ZONAS FRIAS DO NORTE E DO SUL ( respectivamente a Norte e a Sul dos círculos polares)
ROTAÇÃO DA TERRA


A rotação da Terra é o movimento giratório que a Terra realiza ao redor do seu eixo, no sentido anti-horário, para um referencial observando o planeta do espaço sideral sobre o pólo Norte. A duração do dia - tempo que leva para girar 360 graus (uma volta completa) - é de 23 horas, 56 minutos, 4 segundos e 9 centésimos (23h 56min 4,09s), em relação às estrelas fixas. Em relação ao Sol, o tempo de rotação é de 24 h.
A translação consiste no avanço do centro da Terra ao longo de uma curva fechada em redor do Sol. Dizemos que descreve uma órbita (ou trajectória). Essa órbita parece circular mas, em rigor, é uma curva chamada elipse. Esse movimento dá-se com a velocidade de trinta quilómetros por segundo: isto significa que, em cada segundo, a Terra anda 30 quilómetros. Durante a translação, o eixo de rotação da Terra faz um ângulo de 23º com o plano da órbita da Terra.
A velocidade de rotação da Terra pode ser medida a partir de experimentos simples que utilizam materiais de baixo custo.
Supõe-se que o primeiro cientista  a propor que a Terra possui movimento de rotação e de translação foi Aristarco de Samos, que, por estas teorias, foi acusado de impiedade.


ALTITUDE

Altitude de um ponto na Terra é a distância medida na vertical entre o nível médio das águas do mar e esse mesmo ponto. Neste sentido, entende-se como altitude ortométrica.
Não deve ser confundida com a altitude elipsoidal, que é a distância de um ponto a um elipsoide de referência. Por exemplo, um receptor de um Sistema de Posicionamento Global indica uma altitude elipsoidal. A altitude influi na temperatura de um local, pois, a cada 200 metros de altitude, aproximadamente, a temperatura diminui um grau Celsius.
A temperatura diminui 6 °C/km à medida que aumenta a altitude (gradiente térmico).

LATITUDE

Latitude é a coordenada geográfica ou geodésica definida na esfera, no elipsóide de referência ou na superfície terrestre, que é o ângulo entre o plano do equador e a normal à superfície de referência. A latitude mede-se para norte e para sul do equador, entre 90º sul, no Pólo Sul (ou pólo antártico) (negativa), e 90º norte, no Pólo Norte (ou pólo ártico) (positiva). A latitude no equador é igual a 0º. O modo como a latitude é definida depende da superfície de referência utilizada


Pressão atmosférica e Ventos

As características da pressão de ar na Terra são resultadas a partir de alguns fatores básicos: a própria rotação da Terra, as temperaturas , a localização das diversas massas de ar (massas de ar continentais e massas de ar oceânicas influem de maneira diferenciada) e as altitudes da região (quanto maior a altitude em relação ao nível do mar, menor é a pressão). As características de pressão atmosférica, por sua vez, são fatores influentes nas direções do deslocamento dos ventos . Conforme as características de pressão atmosférica, os ventos são direcionados predominantemente de uma maneira que gera áreas de maior e menor precipitação, ou seja, a direção dos ventos acarreta na formação de áreas de maior e menor regime de chuvas .


Umidade do Ar e Precipitações

A umidade do ar durante o ciclo da cultura da mangueira é muito importante, por favorecer o surgimento de doenças fúngicas. Quando altos valores de umidade relativa estão associados a temperaturas elevadas, ocorre uma maior incidência dessas doenças, provocando danos econômicos, podendo, inclusive, inviabilizar a produção comercial de frutos. A concentração de vapor d’água da atmosfera também condiciona a perda de água pelas plantas e consequentemente, o processo de evapotranspiração. A diferença entre a pressão do vapor d’água, entre a cultura e o ar vizinho, é um fator determinante para esse processo. Assim, cultivos bem irrigados em regiões semi-áridas, como no caso do Submédio São Francisco, consomem grandes quantidades de água, em virtude da abundância de energia solar e do poder dissecante da atmosfera. Em regiões úmidas, a elevada umidade do ar reduz a demanda evapotranspiratória. Em tais circunstâncias, o ar encontra-se próximo ao ponto de saturação, causando, portanto, um menor consumo hídrico da cultura do que nas regiões áridas. 

Em meteorologia, precipitação descreve qualquer tipo de fenómeno relacionado à queda de água do céu. Isso inclui neve, chuva e chuva de granizo. A precipitação é uma parte importante do ciclo hidrológico, sendo responsável por retornar a maior parte da água doce
  • Chuva - queda de água no estado líquido. Pode ser classificada em:
    • Chuva convectiva - resultado da ascensão da umidade, que resfriada pela altitude, precipita-se.
    • Chuva orográficas ou de relevo - nuvens que deslocam-se horizontalmente, ao encontrarem um relevo montanhoso, ascendem e se resfriam, precipitando-se;
    • Chuva frontal - resulta do encontro de uma massa de ar frio com uma massa de ar quente.

  • Granizo: é a saraiva de maiores dimensões.

  • Neve: forma-se quando o arrefecimento da umidade é lento e há tempo de se formarem cristais.

  • Saraiva: forma-se quando o arrefecimento é brusco e inferior a 0(°C).
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