sexta-feira, 6 de maio de 2011

Fatores e Elementos Climáticos

TEMPERATURA ATMOSFÉRICA
 A temperatura atmosférica é o grau de aquecimento do ar da atmosfera.
A partir do registo das temperaturas podemos calcular e Estes cálculos podem ser feitos para um dia (diurnos), para um mês (mensais) ou para um ano (anuais).AMPLITUDES TÉRMICAS ( diferença entre a temperatura máxima e a temperatura mínima registadas). TEMPERATURAS MÉDIAS (soma dos valores de temperatura registados a dividir pelo número de registos)
Como consequência do Movimento de Rotação, a temperatura varia ao longo de um dia: quanto maior é a inclinação dos raios solares mais fraco é o aquecimento.
Como consequência do Movimento de Translação, a temperatura varia em latitude e ao longo do ano. Podemos analisar a distribuição das temperaturas em mapas de ISOTÈRMICAS ( linhas que unem pontos de igual temperatura média reduzida ao nível do mar):
  • registam-se temperaturas médias anuais elevadas e fracas amplitudes térmicas anuais junto ao Equador
  • registam-se temperaturas médias anuais moderadas e maiores amplitudes térmicas anuais nas latitudes médias
  • registam-se temperaturas médias anuais baixas e fortes amplitudes térmicas anuais junto aos Pólos.
O ar seco aquece e arrefece mais depressa que o ar húmido e, por isso, dizemos que a humidade modera a temperatura. Deste modo, os lugares mais próximos do mar têm amplitudes térmicas mais fracas.
Com base na distribuição das temperaturas em latitude divide-se a Terra em zonas climáticas:
  • ZONA QUENTE ou INTERTROPICAL ( localizada entre os trópicos)
  • ZONAS TEMPERADAS DO NORTE E DO SUL ( localizadas entre os trópicos e os círculos polares)
  • ZONAS FRIAS DO NORTE E DO SUL ( respectivamente a Norte e a Sul dos círculos polares)
ROTAÇÃO DA TERRA


A rotação da Terra é o movimento giratório que a Terra realiza ao redor do seu eixo, no sentido anti-horário, para um referencial observando o planeta do espaço sideral sobre o pólo Norte. A duração do dia - tempo que leva para girar 360 graus (uma volta completa) - é de 23 horas, 56 minutos, 4 segundos e 9 centésimos (23h 56min 4,09s), em relação às estrelas fixas. Em relação ao Sol, o tempo de rotação é de 24 h.
A translação consiste no avanço do centro da Terra ao longo de uma curva fechada em redor do Sol. Dizemos que descreve uma órbita (ou trajectória). Essa órbita parece circular mas, em rigor, é uma curva chamada elipse. Esse movimento dá-se com a velocidade de trinta quilómetros por segundo: isto significa que, em cada segundo, a Terra anda 30 quilómetros. Durante a translação, o eixo de rotação da Terra faz um ângulo de 23º com o plano da órbita da Terra.
A velocidade de rotação da Terra pode ser medida a partir de experimentos simples que utilizam materiais de baixo custo.
Supõe-se que o primeiro cientista  a propor que a Terra possui movimento de rotação e de translação foi Aristarco de Samos, que, por estas teorias, foi acusado de impiedade.


ALTITUDE

Altitude de um ponto na Terra é a distância medida na vertical entre o nível médio das águas do mar e esse mesmo ponto. Neste sentido, entende-se como altitude ortométrica.
Não deve ser confundida com a altitude elipsoidal, que é a distância de um ponto a um elipsoide de referência. Por exemplo, um receptor de um Sistema de Posicionamento Global indica uma altitude elipsoidal. A altitude influi na temperatura de um local, pois, a cada 200 metros de altitude, aproximadamente, a temperatura diminui um grau Celsius.
A temperatura diminui 6 °C/km à medida que aumenta a altitude (gradiente térmico).

LATITUDE

Latitude é a coordenada geográfica ou geodésica definida na esfera, no elipsóide de referência ou na superfície terrestre, que é o ângulo entre o plano do equador e a normal à superfície de referência. A latitude mede-se para norte e para sul do equador, entre 90º sul, no Pólo Sul (ou pólo antártico) (negativa), e 90º norte, no Pólo Norte (ou pólo ártico) (positiva). A latitude no equador é igual a 0º. O modo como a latitude é definida depende da superfície de referência utilizada


Pressão atmosférica e Ventos

As características da pressão de ar na Terra são resultadas a partir de alguns fatores básicos: a própria rotação da Terra, as temperaturas , a localização das diversas massas de ar (massas de ar continentais e massas de ar oceânicas influem de maneira diferenciada) e as altitudes da região (quanto maior a altitude em relação ao nível do mar, menor é a pressão). As características de pressão atmosférica, por sua vez, são fatores influentes nas direções do deslocamento dos ventos . Conforme as características de pressão atmosférica, os ventos são direcionados predominantemente de uma maneira que gera áreas de maior e menor precipitação, ou seja, a direção dos ventos acarreta na formação de áreas de maior e menor regime de chuvas .


Umidade do Ar e Precipitações

A umidade do ar durante o ciclo da cultura da mangueira é muito importante, por favorecer o surgimento de doenças fúngicas. Quando altos valores de umidade relativa estão associados a temperaturas elevadas, ocorre uma maior incidência dessas doenças, provocando danos econômicos, podendo, inclusive, inviabilizar a produção comercial de frutos. A concentração de vapor d’água da atmosfera também condiciona a perda de água pelas plantas e consequentemente, o processo de evapotranspiração. A diferença entre a pressão do vapor d’água, entre a cultura e o ar vizinho, é um fator determinante para esse processo. Assim, cultivos bem irrigados em regiões semi-áridas, como no caso do Submédio São Francisco, consomem grandes quantidades de água, em virtude da abundância de energia solar e do poder dissecante da atmosfera. Em regiões úmidas, a elevada umidade do ar reduz a demanda evapotranspiratória. Em tais circunstâncias, o ar encontra-se próximo ao ponto de saturação, causando, portanto, um menor consumo hídrico da cultura do que nas regiões áridas. 

Em meteorologia, precipitação descreve qualquer tipo de fenómeno relacionado à queda de água do céu. Isso inclui neve, chuva e chuva de granizo. A precipitação é uma parte importante do ciclo hidrológico, sendo responsável por retornar a maior parte da água doce
  • Chuva - queda de água no estado líquido. Pode ser classificada em:
    • Chuva convectiva - resultado da ascensão da umidade, que resfriada pela altitude, precipita-se.
    • Chuva orográficas ou de relevo - nuvens que deslocam-se horizontalmente, ao encontrarem um relevo montanhoso, ascendem e se resfriam, precipitando-se;
    • Chuva frontal - resulta do encontro de uma massa de ar frio com uma massa de ar quente.

  • Granizo: é a saraiva de maiores dimensões.

  • Neve: forma-se quando o arrefecimento da umidade é lento e há tempo de se formarem cristais.

  • Saraiva: forma-se quando o arrefecimento é brusco e inferior a 0(°C).
  • sexta-feira, 29 de abril de 2011

    Tempo Histórico e Tempo Cronológico

    Tempo Histórico

    Assim como podemos contar o tempo através do tempo cronológico, usando relógios ou calendários, temos ainda outros tipos de tempo: o tempo geológico, que se refere às mudanças ocorridas na crosta terrestre, e o tempo histórico que está relacionado às mudanças nas sociedades humanas.
    O tempo histórico tem como agentes os grupos humanos, os quais provocam as mudanças sociais, ao mesmo tempo em que são modificados por elas.
    O tempo histórico revela e esclarece o processo pelo qual passou ou passa a realidade em estudo. Nos anos 60, por exemplo, em quase todo o Ocidente, a juventude viveu um período agitado, com mudanças, movimentos políticos e contestação aos governos. O rock, os hippies, os jovens revolucionários e , no Brasil, o Tropicalismo (Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, entre outros) e a Jovem Guarda (Roberto Carlos, Erasmo Carlos, entre tantos outros), foram experiências sociais e musicais que deram à década de 60 uma história peculiar e diferente dos anos 50 e dos anos 70
    Isto é o tempo histórico: traçamos um limite de tempo para estudar os seus acontecimentos característicos, levando em conta que, naquele momento escolhido, muitos seres humanos viveram, sonharam, trabalharam e agiram sobre a natureza e sobre as outras pessoas, de um jeito específico.
    A história não é prisioneira do tempo cronológico. Às vezes, o historiador é obrigado a ir e voltar no tempo. Ele volta para compreender as origens de uma determinada situação estudada e segue adiante ao explicar os seus resultados.
    O modo de medir e dividir o tempo varia de acordo com a crença, a cultura e os costumes de cada povo. Os cristãos, por exemplo,  datam a história da humanidade a partir do nascimento de Jesus Cristo. Esse tipo de calendário é utilizado por quase todos os povos do mundo, incluindo o Brasil.

    Tempo Cronológico

    O tempo cronológico como nós estabelecemos para o uso no nosso dia a dia não é considerado pela natureza. Ela tem o que chamamos de ‘tempo natural’ que é bem diferente daquele que consideramos no nosso dia a dia. Nós adotamos o século, o ano, o mês, a hora , etc., para marcar os nossos compromissos, coisa que a natureza despreza. Ela usa uma etapa (período) de tempo para marcar a duração de cada um dos infinitos eventos que ela comanda, mas, sem nenhum rigorismo para a sua grandeza, embora muitas vezes ela o apresente perfeitamente síncrono com o nosso tempo, como é o caso das durações dos períodos (nas etapas) de decaimentos de isótopos radioativos e de muitos outros átomos.
    Por que a natureza procede desta forma? Ela considera o tempo com inteira liberdade; isto é, ela sabe que a duração para a ocorrência de um fenômeno pode variar de um lugar para o outro e das circunstancias ambientais. Isto significa que ela não fixa um tempo para cada um dos fenômenos que ela comanda. Ela, a natureza, estabelece um tempo médio (que nós atrevidamente medimos) para que uma determinada coisa aconteça, mas ela é absolutamente liberal para não exigir uma duração exata para ele, supondo que os seus ‘comandados’ farão o possível para cumpri-lo, mas sem a exigência de sua cronologia. Consideramos como sábio e divino tal procedimento e tal conceito está na boca do povo quando ele diz que ‘a pressa é inimiga da perfeição` mas, nós corrigiremos o dito, dizendo: Quando ocorre algo `inesperado` na `programação` da ocorrência de um fenômeno, ela corrige as variáveis ou parâmetros relativos a ele para que o `inesperado` não volte a acontecer. Tal procedimento faz com que as transformações caminhem sempre para o alvo da perfeição, de onde podemos tirar uma serie enorme de conclusões: a) a natureza é perfeccionista fazendo com que os erros de agora não se repitam no futuro. b) Daqui tiramos que as nossas intervenções na natureza carecem de maiores cuidados, se não para ‘tumultuar` as suas leis, pelo menos para não atrasar o seu desenvolvimento. c) A natureza espera que as condições ideais se realizem para que ela faça a evolução de um sistema. Isso nós vemos amiúde em muitos fenômenos naturais; tome-se como exemplo a produção de clorofila de uma planta que espera pelas condições ideais que estão em função do grau de umidade, do teor de óxido de carbono, da temperatura do ambiente e de outros índices para o desenvolvimento do fenômeno. Poderemos deduzir em breve o que a humanidade está fazendo para acelerar a degradação do nosso meio ambiente para nos levar mais cedo para o fim de nossa na Terra.

    O que a ciência conta sobre a origem do homem americano

    Foi no continente africano que surgiram os primeiros humanos, segundo muitos cientistas. Nossos ancestrais deslocaram-se da África para outras regiões da Terra. Esses deslocamentos se deram no decorrer de milhares de anos. Uma dessas regiões foi a América. O continente americano foi provavelmente um dos últimos a ser ocupado pelo ser humano.






    Sabemos com certeza que, o povoamento da América começou muito antes da chegada dos europeus, em 1492. A partir do século XIX, os pesquisadores se interessaram em estudar a questão. Os arqueólogos iniciaram as primeiras escavações no território americano em busca de evidências que pudessem esclarecer ou pelo menos dar pistas confiáveis da origem do homem americano. Até hoje se discute muito como ocorreu esse povoamento, isto é, como o homem chegou até aqui.
       Duas teorias explicam a presença humana na América e também no Brasil: a teoria de Bering e a teoria Transoceânica.

    sexta-feira, 25 de março de 2011

    A origem do Homem

    A origem do Homem


    Os primeiros habitantes da terra
    A pré-história é o período anterior ao aparecimento da escrita, por volta do ano 4000 a.C..Seu estudo depende da análise de documentos não-escritos, como restos de armas, utensílios, pinturas, desenhos e ossos. O gênero HOMO apareceu entre 4 e 1 milhão de anos a .C.. Aceita-se três etapas na evolução do homem pré-histórico, entre os estudiosos. São elas:
    I - PALEOLÍTICO (idade da pedra lascada)
    a) Paleolítico inferior: 500.000 – 30.000 a.C.
    b) Paleolítico superior: 30.000 – 8.000 a.C.
    II - NEOLÍTICO (nova idade da pedra)
    8.000 – 5.000 a.C.
    III - IDADE DOS METAIS
    5.000 – 4.000 a.C.
    Esta divisão é evolucionista mas numerosos investigadores da história contestam tal visão. Afirmam que existe grande diversidade cultural entre os grupos humanos e que, diante de determinado problema, cada homem se organiza de um modo, o que resulta em culturas diferentes. Daí conclui-se que certos grupamentos humanos podem ter simplesmente acelerado um dos estágios ou ter saltado um deles.
    A Origem do Homem
    A precariedade de informações limita o conhecimento da origem do homem. As primeiras pesquisas datam do final do século XIX; e muitas descobertas de restos humanos ocorreram de modo casual, nem sempre realizadas por especialistas.
    A descoberta de traços culturais comuns em grupos afastados indica que, provavelmente, apareceram vários deles em regiões diferentes.
    De modo geral, dizemos que há um tronco comum do qual se originaram os grandes macacos (pongidae) e os homens (hominidae). Em determinado momento da evolução, os dois grupos se separaram e cada um apresentou sua evolução própria. Os pongidae apresentaram a forma do gorila, chimpanzé e orangotango; os hominidae ou hominídeos, a forma do atual homo sapiens.
    Australopithecus AfarensisOs Australopithecus
    Trata-se do mais antigo hominídeo que se conhece. Foi encontrado na África do Sul e os estudos revelaram que viveu entre 1 milhão e 600.000 a.C.. Apesar do crânio pequeno, possuía traços característicos dos hominídeos. Era bípede e postura mais ereta.
    Homo HabilisO Homo Habilis e o Pithecanthropus Erectus
    O homo habilis viveu há cerca de 2,5 milhões de anos e foi contemporâneo do australoptecus, mas com capacidade craniana ampliada. Esta incluiu carne em sua alimentação, o que provocou mudanças em sua arcada dentária.
    Segue-se o terceiro tipo de hominídeo, o Pitecanthropus Erectus, que deve ter vivido entre 500.000 e 200.000 a.C.. O homo erectus, como hoje se denomina, possuía maxilares maciços e dentes grandes, cérebro maior que o tipo anterior e membros mais bem adaptados à postura ereta.
    Alguns exemplos:
    I - JAVANTROPO – (Homem de Java): 1,5 metros de altura e deve ter passado a maior parte da existência no chão.
    II - SINANTROPO – (Homo Pekinenses): Descoberto na china. Junto do esqueleto havia grande quantidade de facas, raspadores e pontas, o que demonstra elevado estágio de desenvolvimento.
    III - PALEANTROPO – (Homem de Heidelberg)
    O Homo Neanderthalensis
    Encontrado em Neanderthal, Alemanha. Houve descobertas semelhantes frança, Iugoslávia, Palestina e África do Sul. Deve ter existido entre 120.000 e 50.000 a.C.
    Este hominídeo possuía capacidade craniana elevada e já vivia em cavernas e deixou inúmeros traços de sua existência.
    O Cro-Magnon
    Com o homem de Cro-Magnon atinge-se o Homo Sapiens. Chegamos a este estágio por volta de 40.000 a.C., possuía altura acentuada, membros retos e peito amplo, como também, a maior capacidade craniana encontrada até então, o que provou através da arte, da magia e da vida social.
    Padrões Culturais da Pré-História
    Podemos classificar os estágios culturais da humanidade em selvageria, barbárie e civilização.. A civilização seria posterior à escrita; as demais, características dos homens da pré-história.
    Tal visão apresenta dois defeitos básicos, quais sejam:
    I. pretende que a civilização em que vivemos seja o modelo, em função do qual se deva julgar todos os outros estágios da evolução;
    II. pressupões que todos os povos da pré-história tivessem passado pelas mesmas etapas, o que Não corresponde aos documentos históricos encontrados.
    Cada povo tem sua própria cultura e civilização, que devem ser compreendidas no seu momento histórico exato, do contrário, não estaríamos fazendo história, mas tentando demonstrar a superioridade da civilização ocidental.
    O surgimento da agricultura se deu entre 8.000 e 5.000 a.C.(neolítico), quando o homem deixou sua vida nômade, sedentarizando-se às margens dos rios e lagos, cultivando trigo, cevada e aveia. Nesta época também domestica ovelhas e gado bovino, otimizando sua cadeia alimentar.. Aí também surgem os primeiros aglomerados urbanos, com finalidade principalmente defensiva. Nesta época também as viagens por terra e mar. Estamos falando da chamada comunidade primitiva, onde o solo pertencia a todos e a comunidade se baseava em laços de sangue, idioma e costumes.
    A partir deste ponto, a evolução das comunidades processou-se em duas direções: no sentido da extensão da posse e da propriedade individual dos bens no sentido da transformação das antigas relações familiares.
    Durante a idade dos metais (5.000 a 4.000 a.C.), o cobre passou a ser fundido pelo homem, seguindo-se o estanho, o que permitiu a obtenção do bronze, resultante da liga dos dois primeiros. Por volta de 3.000 a.C., produzia-se bronze no Egito e na Mesopotâmia, sendo esta técnica difundida para outros povos a partir daí.
    A metalurgia do ferro é posterior e tem início por volta de 1.500 a.C., na Ásia Menor, tendo contribuído decisivamente para a supremacia dos povos que a dominavam e souberam aperfeiçoá-la.
    A Origem do Homem Americano
    Segundo alguns estudiosos, o continente americano começou a ser povoado há 30.000, 50.000 ou até 60.000 anos atrás. Dos povos mais antigos, os arqueólogos encontraram restos de carvão, objetos de pedra, desenhos e pinturas em cavernas e partes de esqueletos. Dos povos mais recentes encontramos grandes obras como: pirâmides, templos e cidades. Alguns, como os Astecas e os Mais, conheceram a escrita e deixaram documentos que continuam sendo estudados.
    Hoje, os pesquisadores admitem que os primeiros habitantes americanos vieram da Ásia, devido à grande semelhança física entre índios e mongóis.
    A teoria mais aceita é de que os primitivos vieram a pé, pelo estreito de Behring, na glaciação de 62.000 anos atrás. Outros afirmam que vieram pelas ilhas da Polinésia, em pequenos barcos, tendo desembarcado em diversos pontos e daí se espalhado.
    Os vestígios mais antigos da presença do homem no continente foram encontrados em São Raimundo Nonato,PI, Brasil, com idade de 48.000 anos, permitindo a conclusão de que eram caçadores e usavam o fogo para cozinhar, atacar e defender-se dos inimigos, pelos utensílios encontrados

    sexta-feira, 18 de março de 2011

    O interior do nosso Planeta

    O interior da Terra

    Como se pode conhecer as camadas geológicas abaixo de nossos pés e outras estruturas localizadas no interior e no centro da Terra, situado a cerca de 6370 km de profundidade?  Por meio de perfurações o homem tem acesso, direto, apenas, aos primeiros quilometros. Daí, para baixo, são as ondas sísmicas que revelam conhecimentos sobre o interior de nosso Planeta.
     
    A propagação das ondas sísmicas produzidas pelos terremotos varia de velocidade e de trajetória em função das características do meio elástico em que trafegam. A correta interpretação do registro dessas ondas, através dos sismogramas, permite inferir valores de velocidade e densidade tanto em rochas no estado sólido, ou parcialmente fundidas, como naquelas situadas próximas da superfície ou em grandes profundidades. Dessa forma, é possível comprovar suposições sobre o estado dessas estruturas internas.

    Crosta

    A camada mais externa e delgada da Terra é chamada Crosta, cuja espessura varia de 35 km a 10 km ao  longo de uma seção cortando áreas continental e oceânica, como mostrado na figura. Nas regiões montanhosas a crosta pode alcançar 65 km de espessura. A mesma figura sugere que a Crosta Continental flutua acima de material muito denso do manto, à semelhança dos icebergs sobre os oceanos. Esse é o Princípio da Isostasia que assegura que as “ leves “ áreas continentais flutuem sobre um Manto de material mais denso. Assim, a maior parte do volume das massas continentais posiciona-se abaixo do nível do mar pela mesma razão que a maior parte dos icebergs permanece mergulhada por debaixo do nível dos oceanos. Trabalhos sismológicos vêm corroborando informações quantitativas para o mecanismo da isostasia.

    Os minerais e as plantas

    Os minerais são substâncias encontradas na natureza, formados por uma composição química equilibrada, resultante de milhões de anos de processos inorgânicos (ação do calor, pressão, etc). A maioria dos minerais é sólido, como feldspato, mica, quartzo, mas há alguns líquidos, como a água e o mercúrio.

    As rochas são formadas por dois ou mais minerais agrupados. Existem três classificações para as rochas, de acordo com a sua formação: magmaticas, sedimentares e metamórficas.
    Rochas Magmáticas
    As rochas magmáticas, ou ígneas, como também são chamadas, são formadas pelo magma solidificado expelido por vulcões, e ainda podem ser subdivididas em dois tipos: intrusivas e extrusivas


    As placas tectônicas

    Uma placa tectônica ou tectónica  é uma porção de litosfera limitada por zonas de convergência, zonas de subducção e zonas conservativas. Atualmente, a Terra tem sete placas tectônicas principais e muitas mais sub-placas de menores dimensões. Segundo a teoria da tectônica de placas, as placas tectônicas são criadas nas zonas de divergência, ou "zonas de rifte", e são consumidas em zonas de subducção. É nas zonas de fronteira entre placas que se regista a grande maioria dos terramotos e erupções vulcânicas. São atualmente reconhecidas 52 placas tectônicas, 14 principais e 38 menores.


    Tsunami no japão


    No dia 11 de março de 2011, o nordeste do Japão foi atingido por um intenso terremoto de magnitude de 8,9 e por fortes ondas de um tsunami. O tsunami é um fenômeno da natureza causado por erupções vulcânicas, terremotos submarinos e movimentações  entre as zonas de convergência (fronteiras entre as placas tectônicas) no fundo dos oceanos, esses comportamentos geram uma série de ondas fortes caracterizadas por intensa velocidade e altura acentuada.



    Dentre as cidades atingidas, Sendai foi a mais atingida, tendo frota de carros e navios; casas e plantações levadas pelas ondas. O impacto das ondas sobre os objetos urbanos causou incêndio. Minutos depois, foram emitidos alertas de perigo em todo o oceano Pacífico, principalmente em países como Canadá, EUA e nas áreas do Hawai.
    Desde o século XIX, esse terremoto que atingiu o nordeste japonês foi considerado o mais forte e mais drástico , segundo dados da USGS, entidade norte-americana que presta serviços geológicos. Depois do tremor inicial, várias cidades ao longo dos 2.100 quilômetros da costa leste japonesa receberam mais de 50 réplicas de tremores, atingindo a capital Tóquio, numa distância de 373 quilômetros da península de Ojika, epicentro do terremoto.
    A cada hora, o número de mortos aumentava, sendo estimado um número de mais de 1000 mortos e desaparecidos. O terremoto aconteceu às 14 horas e 46 minutos no horário do Japão, e 2 horas e 46 minutos, horário de Brasília. O terremoto teve uma profundidade de 24,4 quilômetros.
    Os fortes impactos e tremores moveram barcos de pescas para as áreas urbanas contra viadutos e casas. Veículos ficaram revirados, casas se desmancharam em meio das águas sobrecarregadas de entulhos que espalharam lama para todos os lados, a invasão do mar ocorreu também no aeroporto de Sendai.
    Dentre as perdas materiais, o mais preocupante foi o incêndio ocorrido na usina nuclear de Onagawa, situada na região de Miyagi, o fogo se alastrou depois dos tremores sísmicos. Para diminuir a pressão interna dos reatores, o governo isolou a área e autorizou a emissão de vapor radioativo para evitar uma explosão atômica.
    Além de Onagawa, a usina nuclear de Fukushima e outras três centrais de energia atômica foram fechadas e isoladas, cerca de 2.000 pessoas foram evacuadas da proximidade.
    Em nível econômico, o Japão, após ter sido superado pela China entre as maiores economias do mundo, ocupa a terceira posição entre as economias mais fortes, porém, devido à crise mundial e à recessão monetária interna, apesar de possuir fundos próprios de recuperação perante catástrofes naturais, o país apresentará dificuldades para se recuperar e incentivar o reaquecimento econômico.

    sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

    Sherlock Holmes

    Sherlock Holmes é um personagem de ficção da literatura britânica criado pelo médico e escritor Sir Arthur Conan Doyle[1]. Holmes é um investigador do final do século XIX e início do século XX que aparece pela primeira vez no romance A Study in Scarlet (Um estudo em Vermelho) editado e publicado originalmente pela revista Beeton's Christmas Annual, em Novembro de 1887. [2] Sherlock Holmes ficou famoso por utilizar, na resolução dos seus mistérios, o método científico e a lógica dedutiva. [


    O que é detetive?
    Detectar os meios para descobrir ou determinar, e este é o aspecto essencial de um detetive? Trabalho s. O detetive é uma pessoa que avalia as pessoas, lugares ou coisas, a fim de fazer determinações. A informação pode ser usada para encontrar alguém ou alguma coisa, revelar detalhes sobre uma pessoa? Caráter s, resolver um mistério ou resolver um crime. Detective é um título em agências de aplicação da lei para os muitos pesquisadores nos escalões superiores. Na maioria dos casos, porém, as pessoas estão se referindo aos investigadores privados quando eles usam o termo.

    Um investigador privado não é um policial, apesar de muitos deles são policiais aposentados. A maioria deve ser licenciado para trabalhar dentro de seu estado, e como os policiais, muitos são autorizados a portar uma arma com as licenças adequadas. O detetive deste tipo podem funcionar em uma variedade de maneiras. Ou particulares ou a maioria das empresas de aluguer, e eles? Re nem sempre no trabalho para descobrir o crime. No entanto, se um detetive particular pode revelar-se um crime ocorreu, ele geralmente mãos informações para um departamento de polícia, prisões podem ser feitas

    O que é arqueologia?

    Arqueologia (do grego, « arqué », antigo ou poder, e « logos », discurso depois estudo, ciência) é a disciplina científica que estuda as culturas e os modos de vida do passado a partir da análise de vestígios materiais. É uma ciência social, isto é, que estuda as sociedades, podendo ser tanto as que ainda existem, quanto as já extintas, através de seus restos materiais, sejam estes móveis (como por exemplo um objeto de arte, as vénus) ou objetos imóveis (como é o caso das estruturas arquitectónicas). Incluem-se também no seu campo de estudos as intervenções feitas pelo homem no meio ambiente.
    A maioria dos primeiros arqueólogos, que aplicaram sua disciplina aos estudos das antiguidades, definiram a arqueologia como o estudo sistemático dos restos materiais da vida humana já desaparecida. Outros arqueólogos enfatizaram aspectos psicológico-comportamentais e definiram a arqueologia como a reconstrução da vida dos povos antigos

    Oque é historiador

    Muitos pensam e entendem de maneira distorcida o papel do historiador. Bem, de fato é complicado mesmo definir qual a função do historiador. Afirma Bloch: “O bom historiador se parece com o ogro da lenda. Onde fareja carne humana, sabe que ali está sua caça”. O historiador é um observador dos homens, incluindo a si mesmo. Ele observa os momentos e as situações que ele está inserido, analisa como o todo nas diversidades individuais e coletivas. Usando um modelo interessante para melhor observação e compreensão do papel do historiador pode-se ter de exemplo a  um trecho da música do grupo Legião Urbana: Tempo Perdido, autoria de, Renato Russo. Onde ele faz uma análise da vida individual e coletiva em meio do movimento do trabalho na sociedade.